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domingo, 1 de junho de 2014

Visita à Ludoteca O Moinho - JI A Nuvem

Os meninos da Sala dos Sapinhos foram à Ludoteca O Moinho assistir à dramatização da história  "A Menina do Mar" da Sophia de Melo Breyner.






E como estávamos numa ludoteca quando acabou a história fomos brincar...

"O jogo simbólico , também conhecido como brincadeira do faz-de-conta, é a atividade lúdica em que a criança explora a imaginação e os recursos disponíveis para criar e recriar a realidade, ao mesmo tempo em que criam e  recriam a sua identidade.
Através da brincadeira de faz-de-conta a criança pode  representar diferentes de papéis sociais, expressar suas necessidades, medos, desejos e sonhos. É a oportunidade para desenvolverem a identidade, o auto-conhecimento, a imaginação, a  socialização e a psicomotricidade."









terça-feira, 20 de maio de 2014

Visita ao Moinho de Maré da Mourisca – JI “Aquário”

A sala das Estrelinhas e a sala dos Pinguins visitaram o Moinho de Maré na herdade da Mourisca.

 Aliando a curiosidade inata das crianças às ofertas que a comunidade tem para nos oferecer fomos até ao Moinho de Maré descobrir como se processa este tipo de energia não poluente.




Inicialmente as crianças pensavam que os moinhos trabalhavam todos com a força do vento, isto é, que só havia moinhos de vento. Nesta visita ficámos a saber que os moinhos também se movem com a força do mar, daí o nome - Moinho de Maré



 
Ficámos a conhecer o funcionamento deste moinho, que a são duas pedras grandes e redondas no meio das quais se colocam os grãos (milho, centeio, cevada, trigo) que roda e desfaz os grãos até se transformarem em farinha que depois vai servir para fazer pão e essencialmente que tudo isto se processa de uma forma ecológica e “amiga da Natureza”.  





O Moinho de Maré fica situado na Reserva Natural do Estuário do Sado, numa zona que se designa de “sapal” onde habitam muitas espécies de aves protegidas, como o Pernilongo, a Gaivota de Asa Escura e o Guincho, no observatório de aves tivemos a sorte de observar algumas destas espécies.







Foi com muito interesse e curiosidade que as crianças da nossa escola, pequenos cidadãos ecologicamente despertos para as questões ambientais e de sustentabilidade do planeta, realizaram esta visita. Para além dos conhecimentos que adquiriram sobre esta forma de energia renovável e não poluente, ficaram também a reconhecer a importância da preservação da natureza e do meio ambiente, habitat de muitas espécies que habitam exclusivamente nesta área protegida.


 

sábado, 17 de maio de 2014

Intercâmbio Escolar - JI A Nuvem

Estamos na recta final do ano lectivo. Para alguns de nós vão ser os últimos meses no ensino pré-escolar e estamos a preparar-nos para uma nova etapa: a entrada no 1º ciclo


"Algumas dificuldades da transição decorrem, do desconhecimento mutuo, que caracteriza cada uma das etapas do sistema educativo.
A mudança de ambiente educativo provoca sempre a necessidade de adaptação por parte da criança que entra para um novo meio social em que lhe são colocadas novas exigências.(...) a possibilidade das crianças contactarem com a escola antes da sua entrada são condições facilitadoras da transição, por exemplo, as visitas que as crianças do jardim de infância e da escola fazem entre si, as relações que estabelecem…" OCEPE

Foi por isso que iniciamos um projecto de proximidade com a Escola Básica do Viso. E assim fomos visitar os nossos futuros colegas. 







 Cada um de nós "ganhou" um padrinho, e para não nos esquecermos deles trocámos os nossos autoretratos.


 No fim os meninos grandes tinham uma surpresa para nós;a dramatização da história CUQUEDO


Ficamos ansiosos à espera do próximo encontro.

terça-feira, 13 de maio de 2014

V Encontro Poético - “Eu e o meu Pai”- JI Aquário


Nos dias 19 e 20 de Março comemorou-se o V Encontro Poético no jardim de Infância Aquário intitulado “Eu e o meu Pai”.

Num ambiente poético de amor, cumplicidade e companheirismo, as palavras andaram à solta, as rimas embalaram pais e filhos, fortalecendo laços, vínculos fortes e sinceros intrínsecos em cada um de nós.

 
 

A Poesia é por natureza uma “dança” de palavras que diverte, encanta, desenvolve o imaginário e alarga horizontes. Ela entra diariamente nas nossas salas, através das canções, das histórias, da lengalenga e essencialmente pela conceção que as crianças fazem do mundo que as rodeia “ um Pai é uma pessoa de amor” (Duarte 5 anos) .

Foi com muito amor e dedicação que as crianças do JI Aquário prepararam, ensaiaram e recitaram poesias para os seus pais, comemorando desta forma o “Dia do Pai”.
 

segunda-feira, 14 de abril de 2014

A 2ª manhã pedagógica partilhada no JI Aquário

“ A expressão dramática é um meio de descoberta de si e do outro, de afirmação de si próprio na relação com o(s) outro(s) que corresponde a uma forma de se apropriar de situações sociais”

 In, O.C.E.P.E, 1997
 Foi realizada a segunda manhã pedagógica partilhada, desta vez as crianças da sala das estrelinhas e das conchinhas convidaram a sala das Focas, a participar nas atividades alusivas ao carnaval (máscaras, tiaras de índio, painéis e a história…). 

 
 





 
Foi num clima de interacção, brincadeira, fantasia e imaginação que se comemorou o Carnaval na nossa escola. Cada criança vestiu e interiorizou a sua personagem preferida, fosse herói, princesa ou animal. E nesta dialéctica de afirmação do seu papel, e de descoberta do papel que os outros representavam viveu-se o dia da fantasia, do faz-de-conta onde a imaginação e a alegria não tiveram limites.
 Nas salas a fantasia, o faz-de-conta e o jogo simbólico continuam diariamente, esta é uma atividade espontânea de interação com os outros que permitem à criança recriar experiências do seu dia-a-dia, situações imaginárias e utilizar objetos dando-lhes os mais diferentes significados!

Visita a uma Olaria - JI Aquário

Relacionado com o tema “Amar Setúbal” e após observação de azulejos com diferentes padrões utilizados antigamente na construção de casas e igrejas da nossa cidade,  fomos visitar a Olaria Fortuna na Quinta do Anjo, com o intuito de adquirirmos conhecimentos relativos à confecção de artefactos feitos a partir do barro, perceber como se fazem os azulejos e pintarmos os nossos próprios azulejos.

 
Assim, o dia começou com a viagem de autocarro, que só por si já é uma aventura, pois a maioria das crianças nunca utiliza transportes públicos.





Chegados à Olaria era hora de visitarmos o espaço exterior, onde observámos a terra barrenta que adicionada à água faz o barro mole que se pode moldar. Vimos também como a terra estava suja com pedras e folhas e como se peneira para ficar sem impurezas,  podendo assim ir para as diferentes máquinas, por onde vai passar, até ficar um rolo de barro pronto para modelar.  








Seguidamente, observámos os fornos onde o barro depois de trabalhado é cozido para ficar duro e também nos mostraram que para ficar brilhante tem que ser mergulhado num produto especial e  voltar para o forno a cozer - este processo designa-se por vidrar.        


 
 
 
Vimos obras de barro prontas e explicaram-nos que os tijolos, as telhas e os azulejos são feitos de barro, assim como alguidares, vasos, bilhas, cinzeiros e muitas coisas que se usam nas nossas casas.     



 

Entrámos na casa grande, onde duas mesas muito compridas estavam apetrechadas com pincéis, tintas de várias cores (que achámos muito aguadas – pareciam aguarelas) e azulejos brancos (que ainda não eram brilhantes nem frios e tinham um pozinho fininho que sujava as mãos e parecia farinha).

Este material estava já preparado à nossa espera e começámos logo a pintar os nossos azulejos, (que ficaram muito bonitos, mas que não pudemos trazer porque ficaram lá para serem cozidos e depois vidrados).

 
 
 
 
 
 

 
Finalmente ainda fomos ver a loja que tinha muitas coisas bonitas que estavam para vender e onde estava uma senhora a pintar um desenho complicado numa jarra, que nos ensinou um truque marcar primeiro o desenho com uma “boneca de pano” suja com pó de carvão, em cima de um papel  com o desenho picado com furinhos por onde sai o pó e que marca o que tem que se pintar sem enganar.

Os azulejos, as jarras, o painel da serra da Arrábida e as outras coisas que estavam na loja eram muito bonitas, brilhantes e coloridas.


 
E… assim se passou a nossa visita à Olaria, onde passeámos, aprendemos muitas coisas novas, trabalhámos, vimos coisas bonitas e divertimo-nos!

 

Objetivos: Promover a igualdade de oportunidades, a aquisição de novos conhecimentos, o reconhecimento do nosso património artístico e permitir o desenvolvimento da educação estética e o sentido crítico.