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sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

ESTUDO DA DECO ÀS CRECHES E JARDINS-DE-INFÂNCIA

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Segundo o estudo da DECO, a maioria dos pais estão insatisfeitos com a oferta de creches e jardins-de-infância na sua área de residência, além de considerarem as creches e jardins-de-infância caros e sem vagas.
Esse estudo revela ainda que 73% das crianças com um a dois anos vêem televisão nas creches, e a percentagem sobe para 90% nos jardins-de-infância (entre os três e os cinco anos), sobretudo nos períodos de prolongamento.
A DECO reivindica que as creches e jardins-de-infância, públicos ou privados, devem estar sob a alçada do Ministério da Educação. Além disso, aconselha que as creches, à semelhança de outros países europeus, como Espanha, Dinamarca, Finlândia e Suécia, devem deixar de ser encaradas apenas como um serviço social.
O texto integral pode ser lido no link para que remete o título desta notícia, onde se pode ter acesso a uma visita guiada à creche e a um formulário para avaliar a creche.

Este documento, tal como outros, podem ser um bom ponto de partida para reflectirmos sobre a nossa realidade. Neste documento, também nós estamos a ser observados e é importante que nos interroguemos sobre o que somos, partindo daí para melhorar os nossos padrões de qualidade.

MF
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

CARNAVAL 2010 "A NUVEM"


Projecto Curricular: “Água fonte de vida”

PROFISSÕES LIGADAS À ÁGUA
- Os pescadores se não houver água não podem pescar;
- Se não houver água os barcos ficam em terra e os marinheiros não podem trabalhar;
- Os jardineiros precisam de água para regar as plantas;
- Os surfistas precisam de água para surfar;
- As cabeleireiras precisam de água para lavar os cabelos das clientes;
- As empregadas se não têm água para lavar o chão e a loiça não podem trabalhar;
- Os bombeiros precisam da água para apagar os fogos;
- As cozinheiras precisam de água para fazer a comida;
- O agricultor precisa de água para regar as árvores, as cenouras, as abóboras e as alfaces.



Texto colectivo das salas de cinco anos.



Jardineiros





Bombeiros




Marinheiros


sábado, 30 de janeiro de 2010

AS CRIANÇAS DO JI AQUÁRIO FORAM AO MUSEU

Inserido no projecto "A Arte no Jardim de Infância", a Sala dos Peixinhos e a Sala das Estrelinhas foram ao CCB, participar numa visita guiada intitulada " A Dança das Esculturas".
As crianças já tinham algumas noções do que eram esculturas e dos diversos materiais utilizados, uma vez que foi um tema desenvolvido durante o 1º período.



"Vivemos uma grande aventura, fomos a Lisboa ao CCB, era uma casa muito grande e as pedras pareciam de um castelo. Fomos lá ver esculturas. Quando entrámos vimos uma escultura em ferro, de uma árvore morta, sem flores, folhas e frutos. Era fria porque era de ferro. Estava lá um avião e o desenho era ao contrário, a terra estava em cima e o céu estava em baixo. Era o avião "de pernas para o ar". Voámos no mundo dos cogumelos, vimos uma escultura que tinha rolhas e uma escada. À saída vimos uma escultura que parecia uma árvore de Natal feita com garrafas verdes. Era enorme."

Texto Colectivo

Também a Sala dos Pinguins e a Sala dos Golfinhos tiveram a oportunidade de visitar a Casa das Histórias - Museu Paula Rego, onde numa visita orientada contactaram directamente com a obra desta pintora.



"...à noite os animais saltam dos quadros e vão dançar com as bailarinas..." "Saímos daquela sala cheia de animais e fomos parar dentro de um sonho. As almofadas guardam os nossos sonhos. A almofadinha deixou que nós entrássemos no sonho da menina que estava apaixonada. As meninas estavam a apertar a barriga e a verem ao espelho. Elas iam ao baile do Sr. Príncipe que era um Príncipe Porco. Ele estava nuns quadros e também estava lá de verdade, sentado numa cadeira, com um pé partido e com adesivos no pé" "Estava lá a pintura de uma senhora toda nua, que era gorducha, era a Tia Emília. Não sei porque é que ela estava nua." "Eram muitas pinturas que são quadros nas paredes. Umas eram pequenas e normais mas outras eram enormes. Tinham muitas coisas lá desenhadas. Eu acho que a senhora que pintou aqueles quadros até ficou muito cansada." "Quem pintou aqueles quadros foi a Paula Rego, ela mora em Inglaterra que é onde se fala inglês. os quadros vieram para o museu num camião muito grande."
Texto Colectivo

A fase de desenvolvimento em que a criança se encontra na idade pré-escolar é a altura excelente para lhe proporcionar experiências que lhe permitam dominar os diferentes tipos de arte e enriquecer os horizontes culturais, uma vez que a sua imaginação e criatividade estão em verdadeira ascensão.

ALGUMAS PRODUÇÕES REALIZADAS PELAS CRIANÇAS BASEADAS NA OBRA DE PAULA REGO


terça-feira, 22 de dezembro de 2009

O NATAL DA GOTINHA D'ÁGUA

Na Gotinha entendemos que o Natal é das crianças e para as crianças.



Assim sendo,todos os anos, os técnicos, pessoal auxiliar e pais oferecem às crianças uma festa de Natal. Este ano não é diferente e a temática da festa são as deficiências - o ser diferente.

Este foi o alinhamento da festa:

- Começámos com a leitura do evangelho segundo são Lucas acerca do nascimento de Jesus e a apresentação do presépio vivo com crianças com NEE (Necessidades Educativas Especiais)



- Continuámos com a apresentação do nosso coral constituído pelas nossas auxiliares de acção educativa que nos encantaram com canções de Natal.



- Seguiu-se a dramatização da história da Carochinha (todos os personagens da história apresentavam algum tipo de deficiência) interpretada pelos pais.



Destaque especial para o menino Jesus:



- Continuámos com a dramatização da história "Simão e a Noite de Natal" que nos contou a história do nascimento de Jesus.



Conto do
SIMÃO E A NOITE DE NATAL:

Simão sentara-se ali, no chão frio.
Caía a noite e estava na hora de recolher o rebanho, mas um dos seus cordeirinhos perdera-se e Simão não o conseguia encontrar.

SIMÃO: O pai vai ficar furioso comigo.
Nisto, apareceu na estrada um homem conduzindo um burro que transportava a sua mulher. Ao aproximar-se de Simão, parou e perguntou-lhe porque razão estava assim tão triste.

SIMÃO: Perdi um cordeiro… e a noite vai estar tão fria!
O homem sorriu e abrindo as suas vestes tirou de dentro delas um lindo cordeirinho, colocando-o nos braços do pequeno pastor.

JOSÉ: Encontrei-o tiritando de frio numa vereda do caminho.
Simão agradeceu e seguiram juntos em direcção à cidade. O homem disse que se chamava José e explicou a Simão que tencionava instalar-se na cidade durante alguns dias.

JOSÉ: Precisamos de encontrar um sítio para dormir. Como vês Maria vai ter um bebé.

MARIA: E parece-me que já não falta muito.

SIMÃO: Mas nesta altura do ano há tanta gente em Belém. Se não conseguirem arranjar hospedagem na cidade, nesta direcção há um pequeno estábulo onde podem ficar sossegados pois ninguém aparece por lá.
E Simão despediu-se deixando-os à entrada da cidade.
José e Maria procuraram na estalagem e em todas as casas, mas ninguém tinha um quarto para se instalarem. Fazia-se tarde e Maria estava cansada da viagem.

MARIA: Não vale a pena procurarmos mais José. Aqui não encontraremos nada. Leva-me para o estábulo de que falou o pequeno pastor.
E abandonaram a cidade.
A noite já ia alta e Simão não conseguia dormir. Deitado na cama, pensava e tornava a pensar em Maria e José. Teriam encontrado um lugar para ficar. O luar tornava a noite mais clara e Simão olhava pela janela do seu quarto. Lá longe avistava-se o estábulo onde brilhava uma pequena luz.

SIMÃO: Aposto que são eles.
De súbito, levantou-se da cama e, sem fazer barulho, saiu de casa correndo em direcção ao estábulo. Não sabia porquê, mas sentia que devia ir ver os seus amigos naquele momento.
Ao aproximar-se do estábulo ouviu uma criança a chorar.

SIMÃO: O bebé já nasceu.
Bateu á porta e José convidou-o a entrar.
Maria segurava o bebé juntinho a si.
Uma linda luz, que Simão não sabia de onde vinha, envolvia mãe e filho.
Simão estava admirado.
Ficou quietinho sentindo que algo muito importante estava a acontecer.

JOSÉ: Aproxima-te. Este é JESUS.
Simão olhou o bebé. Então tirou o seu cachecol de lã, aquele que sempre usava, e deu-o a Maria.

SIMÃO: Isto é para agasalhar JESUS.
Depois tirou do bolso a sua flauta de madeira e deu-a a José.

SIMÃO: E isto é para o embalar à noite.
Maria cobriu o bebé com o cachecol e o menino, abrindo os olhos, sorriu a Simão.
Mas, de repente, um cão ladrou lá fora e ouviram-se vozes e cânticos e ovelhas caminhando em direcção ao estábulo.
Simão e José saíram e ficaram espantados com o que viram: homens e mulheres, pastores e lavradores, e até crianças, encaminhavam-se para o estábulo, vindos de todas as direcções.
Embora já fosse noite alta, todos pareciam festejar algo – uns traziam flores ou frutas, outros queijos e leite.
Nisto, um dos pastores falou mais alto e disse:

PASTOR: Um anjo desceu à terra, iluminando o céu e falou-nos. Disse que o Salvador do Mundo nasceria, esta noite, num estábulo e dormiria numa manjedoura. Temos de O ver, e por isso estamos aqui!
José deixou-os entrar no estábulo. Todos se ajoelharam silenciosamente em frente de JESUS e uma das mulheres cantou uma canção de embalar. Sem fazer barulho, Simão saiu e voltou para casa. Sentia-se feliz, muito feliz!
Alguns dias depois chegaram à cidade, vindos de leste, três reis magos. Tinham visto no céu uma estrela desconhecida, sinal de que um rei estava para nascer. Traziam ofertas valiosas e disseram:

REI MAGO: Viemos para servir o novo rei. Seguimos a sua estrela e ela trouxe-nos até aqui.
Nos dias que se seguiram, Simão pensou muito em tudo o que acontecera naquela noite no estábulo.
Pensou em Maria, em José e no pequenino JESUS e percebeu que nunca, nunca mais se esqueceria deles!

“Simão e a noite de Natal”
Eve Tharlet

SIMÃO E A NOITE DE NATAL

ELENCO


NARRADOR: Xana
SIMÃO: Mãe da Lara (Pass)
JOSÉ: Bruno
MARIA: Mãe do Gabriel (Tart)
JESUS: Irmã do Daniel Santos (Tart)
VACA: Pai do Fernando (Pass)
BURRO: Pai da Vanessa (Cog)
REI MAGO: Mãe do Pedro (Joan)
REI MAGO: Mãe do João Borges (Cog)
REI MAGO: Mãe Maria Inês (Urs)
ANJINHO: Pai da Carlota (Joan)
PASTOR: Mãe do Tomás (Tart)
LAVADEIRA: Mãe do David (Tart)
LAVADEIRA: Pai do Pedro (Joan)

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

FESTA DE NATAL DO ATL - OS ARTISTAS

Com ligação ao tema do projecto curricular deste ano, o espectáculo constou de duas partes fundamentais onde o elemento artístico - musical e teatral - procurou homenagear o nascimento do Menino Jesus, acontecimento histórico central de todos os Natais.


Assim, numa 1.ª parte, um coro bem afinado interpretou várias canções relacionadas com o Natal onde a família não ficou esquecida.



Seguiu-se a representação artística do Natal de Jesus tal como nos é narrada pelos evangelistas.
Estrelas e pastores,



Reis Magos e o presépio, onde sobressaíam as figuras vivas de S. José e Nossa Senhora,



E, por fim, a adoração conduzida pelo Sr. Padre Miguel, nosso pároco e presidente da Instituição:



Guião do espectáculo - O Nascimento de Jesus

Maria vivia na cidade de Nazaré, que fica nas colinas da Galileia. Estava prometida para casar com José, descendente de David, que era carpinteiro.
Um dia, Deus enviou a Maria um anjo, o anjo Gabriel, que lhe disse:

- Salvé, ó cheia de graça, o Senhor está contigo.
Maria não entendeu o que aquelas palavras queriam dizer, e o anjo continuou:

- Não tenhas medo, Deus enviou-me para te dizer que vais ter um filho, a quem darás o nome de Jesus. Ele será rei, e o seu reino não terá fim.

- Como pode ser, se eu ainda não sou casada?

- É obra de Deus, que pode tudo. O Espírito Santo descerá sobre ti, e o teu filho irá chamar-se Filho de Deus.
Maria disse então:

- Sou a escrava do Senhor, faça-se como é a Sua vontade.
José era um homem bom, mas quando soube que Maria estava à espera de bebé e ele ainda não era marido dela, achou que já não devia casar-se.
Naquela noite, ele teve um sonho. Apareceu-lhe um anjo que lhe disse:

- José, filho de David, não deixes de aceitar Maria. O filho que ela traz é o Filho de Deus. Chamar-se-á Jesus porque vai salvar o povo dos seus pecados.
No dia seguinte, José lembrou-se do que o anjo dissera e casou com Maria, prometendo tratar muito bem dela e do filho que ia nascer.

Maria e José viviam felizes, à espera da criança que ia nascer.
Alguns meses depois, o imperador romano Augusto, que governavas todo o país, fez uma nova lei para recensear (contar) a população: todos tinham de se ir registar na cidade onde tinham nascido, para depois poderem ser cobrados impostos.
A família de José viera de Belém, por isso eles tinham de voltar para lá.
Começou a longa viagem com Maria, que já estava quase na altura de dar à luz.
Já era muito tarde quando chegaram a Belém, e Maria estava muito cansada. A cidade estava cheia de gente e de barulho, por causa de todos os que tinham vindo registar-se.
José tentou encontrar um quarto nas várias estalagens, mas já nenhuma tinha lugar.
Continuaram a percorrer as ruas à procura de um lugar onde dormir.
Bateram à porta da última estalagem da terra, mas também aí já não havia lugar. Havia um estábulo perto, que estava limpo e era abrigado.
José levou-os até lá. Fez uma cama com palha, que cobriu com uma manta, para todos descansarem.
À meia-noite, o filho de Maria nasceu.
Maria embrulhou-o num pano e José encheu uma manjedoura com palha limpa e fofa e nela deitaram o bebé.
Chamaram-lhe Jesus, tal como dissera o anjo.

Nas colinas à volta da cidade de Belém, alguns pastores estavam guardando os seus rebanhos.
De repente, viram uma luz brilhante surgir no céu escuro e um anjo apareceu-lhes, dizendo:

- Não tenhais medo. Trago-vos uma boa notícia, para Vós e para todo o mundo. Nesta noite, em Belém, nasceu o Salvador.

E logo a seguir, mais anjos surgiram no céu cantando louvores.
Pouco a pouco, a luz começou a diminuir e todos os anjos desapareceram lentamente.
Os pastores decidiram logo que tinham de ir procurar essa criança. Desceram das colinas, encontraram o estábulo e entraram devagarinho.
Viram o menino na manjedoura, aquecido pelo bafo do burrinho e de uma vaquinha deitados ao seu lado, e logo se ajoelharam a adorá-lo. Em seguida contaram a Maria e a José o que o anjo lhes tinha dito.
Mais tarde, deixaram-nos e foram felizes a Belém dizer a toda a gente que o Filho de Deus nascera, e depressa todos souberam do nascimento de Jesus.
Cantando louvores a Deus, ao fim da noite, os pastores voltaram às suas colinas e aos seus rebanhos.

Num país distante viviam três homens sábios que estudavam as estrelas e o céu. Um dia viram uma nova estrela muito mais brilhante que as restantes, e souberam que algo especial tinha acontecido.
Perceberam que nascera o novo rei e foram até ele.
Os três reis magos, Gaspar, Belchior e Baltazar, levavam presentes, e seguiam a estrela que os guiava até que chegaram à cidade de Jerusalém.
Aí perguntaram pelo Rei dos Judeus, pois tinham visto a estrela no céu.
Quando o Rei Herodes soube que estrangeiros procuravam a criança, ficou zangado e com medo. Os romanos tinham-no feito rei a ele, e agora diziam-lhe que outro rei, mais poderoso, tinha nascido?
Então, Herodes reuniu-se com os três reis magos e pediu-lhe para lhe dizerem quando encontrassem essa criança, para ele também a ir adorar.
Os reis magos fingiram concordar e partiram, seguindo de novo a estrela, até que ela parou e eles souberam que o Rei estava ali.
Ao verem Jesus, ajoelharam e ofereceram-lhe o que tinham trazido: ouro, incenso e mirra.

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

FESTA DE NATAL DO JARDIM DE INFÂNCIA "A NUVEM"

Este ano as nossas crianças vão contar-nos uma história bíblica que se insere no nosso projecto curricular de Escola que tem por tema "A ÁGUA FONTE DE VIDA".
Escolhemos um episódio bíblico em que a água é sem dúvida a figura principal. Trazemos portanto aqui ao palco o GRANDE DILÚVIO E A ARCA DE NOÉ.



Há muito tempo já ninguém dizia obrigada a Deus.
Todos preferiam ser maus e Deus sentia-se muito triste. Só havia um homem diferente. O seu nome era Noé. Ele escutava as palavras de Deus. Um dia Deus disse a Noé:
- Vai haver uma grande inundação, por isso constrói um barco, um grande barco...
Os vizinhos de Noé riram, pois viviam no deserto e no deserto não há água.
Mas Noé não lhes ligou e fez o que Deus mandou. Depois Deus disse-lhe:
- Agora enche o barco com dois animais de cada espécie e eu prometo que vos manterei a salvo.
Noé seguiu as ordens de Deus e encheu a Arca com dois animais de cada espécie.
Logo depois começou a chover, a chover muito... Choveu durante quarenta dias e quarenta noites tanta... tanta chuva!...



E a arca navegava cada vez mais alto... mais alto que os cumes das montanhas e a água ia cobrindo toda a terra.
De repente, assim como tinha começado, a chuva parou e as águas começaram a descer. Noé, então, enviou uma pomba para que ela, no seu voo, procurasse terra seca.
A pomba regressou à Arca trazendo um raminho de Oliveira o que queria dizer que já existiam lugares secos na terra.



As pombas ficaram tão contentes por as águas já estarem a baixar que dançaram de alegria.
Então, Noé abriu a Arca e todos os animais saíram para de novo povoarem a terra.
Já em terra, Noé construiu um lugar para agradecer a Deus por ele os ter mantido em segurança durante o dilúvio e Deus ficou tão feliz que prometeu três coisas:
Primeiro que à noite...



...sucederia o dia.



A segunda promessa foi que nunca deixariamde existir estações do ano. À Primavera sucederia o Verão.



Ao Verão, o Outono e ao Outono, o Inverno.



E assim foi...
A terceira promessa foi que Deus colocaria no céu o Arco-íris símbolo da Sua Aliança com os homens. E, assim como o arco-íris é infinito também o amor de Deus por nós não tem fim.



E é tão grande o Amor de Deus por nós que Ele mandou à terra o seu filho para nos salvar.
... e Jesus nasceu!



É este nascimento que todos os anos comemoramos no Natal mas que nunca devemos esquecer no resto do ano.

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

JARDIM DE INFÂNCIA "O AQUÁRIO" APRESENTA A SUA FESTA DE NATAL



O espectáculo apresentado procurou e conseguiu passar a mensagem de que a Felicidade, o Sonho e a Família são meios onde Deus está connosco. Esta ideia está bem explícita numa das mensagens centrais da personagem que mantinha a ligação entre as cenas:

"Ser Feliz... É poder sorrir
Poder sonhar... Ter casa, e morar
Saúde e brincar... Família para amar
Metas para alcançar Deus, Orar e sobretudo Acreditar"


GUIÃO DO ESPECTÁCULO

(Começaram a entrar as crianças vestidas de flores de um lado e de sol do outro e começam a dançar)
[Música - Uma Flor]




1

A criança pergunta:
Criança - Agora somos Amigos?
Senhor - Somos muito mais do que Amigos, tu és e serás sempre a minha cinderela.
[Música - Carlos Paião - Cinderela] (Entram crianças aos pares e dançam)


2

Criança - No teu mundo de algodão eu sou uma cinderela, porquê?
Senhor - No mundo de algodão há uma fila dos sonhos onde podemos ser o que quisermos, mergulhar nas ondas do mar, ver o sol brilhar, trocar a dor pela cor e um sorriso pintar...
[Música André Sardet - O Mundo de Cartão]
(Crianças em pé e outras sentadas a fazer bolinhas de sabão e outras entram e saem do palco vestidas de: astronauta, nave feita de papel, ilha feita em nuvens de algodão, bailarinas' a dançar)




3

Criança - E eu vou morar nessa rua dos Sonhos?
Senhor - Claro que não, o mundo de algodão é o mundo onde constróis os teus sonhos, onde vais aprender a crescer. Mas a família é o teu abrigo, é quem te protege do perigo e é na tua casa que deves viver ...
[Música - Uma Casa Portuguesa - Amália Rodrigues]
(Entram crianças vestidas de varinas e dançam como nas marchas, pois é música popular)




4

Criança - E nesse mundo nunca nos sentimos tristes ou sozinhos?
Senhor - Claro que sim. A tristeza e a solidão também existem no meu mundo mas temos um segredo que te vou revelar: Agarramos num balão, fechamos os olhos e pedimos às estrelas que nos deixem lá morar...
[Música - longe do mundo]
(Crianças com balões presos nos braço a dançar)




5

Criança - A minha família é a minha maior riqueza, o seu amor é melhor do que mil presentes. As brincadeiras mais divertidas são as que fazemos juntos, são o meu sol, a minha lua, os meus verdadeiros heróis ... E é com eles sempre ao meu lado que estou a aprender a ser feliz.
[Música - Aprender a ser Feliz - Pólo Norte]



6

O Senhor e a Criança voltam para o banco de jardim e sentam-se e este diz-lhe de mãos dadas:
Senhor
Ser Feliz... É poder sorrir
Poder sonhar... Ter Casa, e morar Saúde e Brincar... Família para amar
Metas para alcançar Deus, Orar e sobretudo Acreditar

Na segunda parte, desenvolveu-se o tema dos direitos da criança onde os meninos vestiam bandeiras e blusas dos diferentes continentes.



África, China, Brasil, Rússia, Portugal foram países-continentes contemplados, lembrando a pluralidade dos meninos que frequentam o Jardim de Infância "O Aquário".





...mas toda a humanidade se volta para o presépio cuja mensagem ficou presente neste

POEMA DE NATAL

Maria abençoou a vida
com uma criança muito especial
o seu nome era Jesus
e não havia como ela
outra criança igual.

o seu coração era enorme
grandioso eu diria
repleto de amor, fé, perseverança e
muita, muita alegria.

Maria e são José perceberam desde cedo
que a sua família fora abençoada
e Jesus ensinou-nos
o quanto a família deve ser sagrada

O Natal é isso mesmo ...
É família...
É paz…
É querer bem...
É amar o próximo sem desdém...

Queremos que este Natal
Seja um Natal de esperança
Porque o mundo só é belo
com um sorriso aberto de criança.